terça-feira, 12 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
08 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER
08 de março – dia internacional da mulher
Histórico
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma
fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de
Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a
reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária
de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário),
equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um
terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e
tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A
manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas
dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram
carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém,
somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca,
ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da
Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas
somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU
(Organização das Nações Unidas).
Ao
ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países,
realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel
da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um
dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos
os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência
masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional.
Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
No Brasil
Podemos
dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher
brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres
conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito
de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.
MADRE TEREZA DE CALCUTÁ
CORA CORALINA
PRINCESA DIANA
IRMÃ DULCE
RAQUEL DE QUEIROZ
EDITH PIAFF
MARIE CURIE
INDIRA GANDHI
CECÍLIA MEIRELES
MARIA QUITÉRIA
EVA PERON
TARSILA DO AMARAL
ANITA MALFATTI
JOANA DARC
ANITA GARIBALDI
segunda-feira, 4 de março de 2013
A ARTE NA PRÉ-HISTÓRIA (VÍDEO)
A Pré-história está dividida da seguinte forma:
Paleolítico Inferior (c.
de 500.000 a c. de 30.000 a.C.);
Paleolítico Superior (c.
de 30.000 a c. de 10.000 a.C.);
Neolítico (c.
de 10.000 a.C. até o surgimento da escrita a c. de 3.000 a.C).
No nosso estudo partiremos do Paleolítico Superior, também conhecido
como Idade da Pedra Lascada, pois é nesse momento que os pesquisadores
registraram as primeiras manifestações artísticas, como é o caso das pinturas
pré-históricas encontradas principalmente nas cavernas de Niaux, Font-de-Gaume
e Lasaux, na França e na de Altamira, na Espanha. Foi
com intenção ritualística que surgiram as primeiras pinturas rupestres que constituem registros que permanecem até a atualidade e
auxiliam inclusive na compreensão, por parte de
historiadores e arqueólogos, sobre como era a
vida naquela época.
O “artista-caçador” da Pré-história, ao
representar os animais nas paredes das cavernas, acreditava dominá-los. No
Paleolítico Superior, ele supunha que, pintando o animal, seu grupo conseguiria
capturá-lo durante a caçada.
Esse “artista-caçador” escolhia uma
parede de difícil acesso para pintar,e lá retratava o animal tal qual era visto
na natureza, utilizando como material o carvão, a seiva de plantas e de frutas,
argila, fezes e sangue de animais.
É interessante lembrar que o termo
“artista-caçador” foi utilizado entre aspas porque nesta época as pinturas
tinham apenas função mágica e de registro. O termo artista, entendido como
aquele que se dedica às Belas Artes ou que delas faz profissão, é aplicado
somente a partir do século XV, tanto é que até o século XIV o artista era
considerado um artesão ou artífice.
Você sabia que no Período Paleolítico
não eram desenhados seres humanos? Sua representação pictórica começa a
acontecer no Neolítico. Nesta fase, o homem começou a utilizar a parede para
registrar sua história, retratando cenas ocorridas em seu cotidiano. Nelas dá
para perceber a convivência entre homens e animais, o que mostra que os homens
já os domesticavam nessa época. Para estas representações,
o
homem continuava utilizando elementos da natureza, porém suas pinturas agora
são mais simplificadas do que no Paleolítico.
E no Brasil, há pinturas
pré-históricas? Se você supõe que não, saiba que o sítio arqueológico da Serra
da Capivara, no Piauí, é um dos mais importantes do mundo.
Dentro dos estudos arqueológicos desenvolvidos na América, o BRASIL concede uma significativa contribuição proveniente de seus diversos sítios arqueológicos. Entre os estados que apresentam antigos vestígios da presença humana podemos destacar primeiramente os estados do Piauí, Minas Gerais e as regiões litorâneas do Centro-sul do país.
Em São Raimundo Nonato (PI), um grupo de arqueólogos liderados por Niède Guidon notificou a presença de facas, machados e fogueiras com cerca de 48 mil anos de existência. Entre as principais conclusões desses estudos, destaca-se a presença de comunidades coletivas que caçavam e utilizavam o fogo para protegerem-se e alimentarem-se.
Na região de Lagoa Santa (MG) é o local onde está registrado uma das mais notórias descobertas da arqueologia nacional. Foi ali que se achou o mais antigo fóssil das Américas. Trata-se do crânio feminino que existiu há cerca de 11.500 anos. Pesquisas desenvolvidas a partir desse fóssil (apelidado de Luzia) abriram portas para novas teorias sobre o processo de ocupação do continente. Os traços negróides de Luzia levantam a suspeita de uma onda migratória da Oceania, responsável pela ocupação do nosso continente.
Próxima das regiões de rio e no litoral do Brasil existe outro conjunto de vestígios pré-históricos. Nestes lugares, montes de conchas e esqueletos de peixe conferem a existência de comunidades inteiras que sobreviviam da pesca. Também conhecidos como povos sambaquis, essas populações foram usualmente detectadas no Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. No ano de 2001, o mais antigo sambaqui brasileiro foi encontrado em Vale do Ribeira (SP).
Nas regiões do interior do Brasil também são encontrados riquíssimos sítios arqueológicos. Os chamados “cemitérios dos índios” são, na verdade, vestígios de antigas civilizações do território brasileiro. Ali encontramos grandes aldeias que realizavam sofisticados rituais funerários. Datados com cerca de mil anos, esses povos possuíam uma cultura bastante diferente da dos sambaquis.
Ainda na região amazônica, temos relato sobre um outro conjunto de povos pré-históricos. Designados como integrantes da civilização marajoara, esses povos deixaram interessantes vestígios materiais. Dotados de uma arte ceramista ricamente detalhada, os marajoaras faz parte dos mais complexos grupos humanos que viveram em terras brasileiras.
Com o passar dos anos, as civilizações ameríndias foram desenvolvendo-se em território nacional. Espalhados em diferentes tribos, os índios brasileiros integraram uma parte mais recente da História das populações nativas do Brasil. A partir do século XV, a chegada dos europeus transformou radicalmente a situação dos índios. A intolerância religiosa e cultural, a violência e as epidemias foram responsáveis pela dizimação dos povos indígenas no país.
Em São Raimundo Nonato (PI), um grupo de arqueólogos liderados por Niède Guidon notificou a presença de facas, machados e fogueiras com cerca de 48 mil anos de existência. Entre as principais conclusões desses estudos, destaca-se a presença de comunidades coletivas que caçavam e utilizavam o fogo para protegerem-se e alimentarem-se.
Na região de Lagoa Santa (MG) é o local onde está registrado uma das mais notórias descobertas da arqueologia nacional. Foi ali que se achou o mais antigo fóssil das Américas. Trata-se do crânio feminino que existiu há cerca de 11.500 anos. Pesquisas desenvolvidas a partir desse fóssil (apelidado de Luzia) abriram portas para novas teorias sobre o processo de ocupação do continente. Os traços negróides de Luzia levantam a suspeita de uma onda migratória da Oceania, responsável pela ocupação do nosso continente.
Próxima das regiões de rio e no litoral do Brasil existe outro conjunto de vestígios pré-históricos. Nestes lugares, montes de conchas e esqueletos de peixe conferem a existência de comunidades inteiras que sobreviviam da pesca. Também conhecidos como povos sambaquis, essas populações foram usualmente detectadas no Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. No ano de 2001, o mais antigo sambaqui brasileiro foi encontrado em Vale do Ribeira (SP).
Nas regiões do interior do Brasil também são encontrados riquíssimos sítios arqueológicos. Os chamados “cemitérios dos índios” são, na verdade, vestígios de antigas civilizações do território brasileiro. Ali encontramos grandes aldeias que realizavam sofisticados rituais funerários. Datados com cerca de mil anos, esses povos possuíam uma cultura bastante diferente da dos sambaquis.
Ainda na região amazônica, temos relato sobre um outro conjunto de povos pré-históricos. Designados como integrantes da civilização marajoara, esses povos deixaram interessantes vestígios materiais. Dotados de uma arte ceramista ricamente detalhada, os marajoaras faz parte dos mais complexos grupos humanos que viveram em terras brasileiras.
Com o passar dos anos, as civilizações ameríndias foram desenvolvendo-se em território nacional. Espalhados em diferentes tribos, os índios brasileiros integraram uma parte mais recente da História das populações nativas do Brasil. A partir do século XV, a chegada dos europeus transformou radicalmente a situação dos índios. A intolerância religiosa e cultural, a violência e as epidemias foram responsáveis pela dizimação dos povos indígenas no país.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
A POP- ART
A Pop Art
Movimento principalmente americano e britânico, sua denominação foi
empregada pela primeira vez em 1954, pelo crítico inglês Lawrence Alloway, para
designar os produtos da cultura popular da civilização ocidental, sobretudo os
que eram provenientes dos Estados Unidos.
Com raízes no dadaísmo de Marcel Duchamp, o pop art começou a tomar forma no final da década de 1950, quando alguns artistas, após estudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, passaram a transformá-los em tema de suas obras.
Representavam, assim, os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade do século XX. Era a volta a uma arte figurativa, em oposição ao expressionismo abstrato que dominava a cena estética desde o final da segunda guerra. Sua iconografia era a da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade.
Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticos massificados da publicidade, quadrinhos, ilustrações e designam, usando como materiais principais, tinta acrílica, ilustrações e designs, usando como materiais, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, transformando o real em hiper-real. Mas ao mesmo tempo que produzia a crítica, a Pop Art se apoiava e necessitava dos objetivos de consumo, nos quais se inspirava e muitas vezes o próprio aumento do consumo, como aconteceu por exemplo, com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, um dos principais artistas da Pop Art. Além disso, muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmitificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.
Principais Artistas:
Com raízes no dadaísmo de Marcel Duchamp, o pop art começou a tomar forma no final da década de 1950, quando alguns artistas, após estudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, passaram a transformá-los em tema de suas obras.
Representavam, assim, os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade do século XX. Era a volta a uma arte figurativa, em oposição ao expressionismo abstrato que dominava a cena estética desde o final da segunda guerra. Sua iconografia era a da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade.
Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticos massificados da publicidade, quadrinhos, ilustrações e designam, usando como materiais principais, tinta acrílica, ilustrações e designs, usando como materiais, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, transformando o real em hiper-real. Mas ao mesmo tempo que produzia a crítica, a Pop Art se apoiava e necessitava dos objetivos de consumo, nos quais se inspirava e muitas vezes o próprio aumento do consumo, como aconteceu por exemplo, com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, um dos principais artistas da Pop Art. Além disso, muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmitificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.
Principais Artistas:
Robert Rauschenberg
(1925) Depois das séries de superfícies brancas ou pretas reforçadas com
jornal amassado do início da década de 1950, Rauschenberg criou as pinturas
"combinadas", com garrafas de Coca-Cola, embalagens de produtos
industrializados e pássaros empalhados. Por volta de 1962, adotou a técnica de
impressão em silk-screen para aplicar imagens fotográficas a grandes extensões
da tela e unificava a composição por meio de grossas pinceladas de tinta. Esses
trabalhos tiveram como temas episódios da história americana moderna e da
cultura popular.
Roy Lichtenstein
(1923-1997). Seu interesse pelas histórias em quadrinhos como tema
artístico começou provavelmente com uma pintura do camundongo Mickey, que
realizou em 1960 para os filhos. Em seus quadros a óleo e tinta acrílica,
ampliou as características das histórias em quadrinhos e dos anúncios
comerciais, e reproduziu a mão, com fidelidade, os procedimentos gráficos.
Empregou, por exemplo, uma técnica pontilhista para simular os pontos
reticulados das historietas. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas
por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual. Com essas obras,
o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas
artísticas. Seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem
como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O
resultado é a combinação de arte comercial e abstração.
Andy Warhol
(1927-1987). Ele foi figura mais conhecida e mais controvertida do pop
art, Warhol mostrou sua concepção da produção mecânica da imagem em
substituição ao trabalho manual numa série de retratos de ídolos da música
popular e do cinema, como Elvis Presley e Marilyn Monroe. Warhol entendia as
personalidades públicas como figuras impessoais e vazias, apesar da ascensão
social e da celebridade. Da mesma forma, e usando sobretudo a técnica de
serigrafia, destacou a impessoalidade do objeto produzido em massa para o
consumo, como garrafas de Coca-Cola, as latas de sopa Campbell, automóveis,
crucifixos e dinheiro. Produziu filmes e discos de um grupo musical, incentivou
o trabalho de outros artistas e uma revista mensal.
NO BRASIL
A década de 60 foi
de grande efervescência para as artes plásticas no pais. Os artistas
brasileiros também assimilaram os expedientes da pop art como o uso das
impressões em silkscreen e as referências aos gibis. Dentre os principais
artistas estão Duke Lee, Baravelli, Fajardo, Nasser, Resende, De Tozzi, Aguilar
e Antonio Henrique Amaral.
A obra de Andy Warhol expunha uma visão irônica da cultura de massa. No Brasil, seu espírito foi subvertido, pois, nosso pop usou da mesma linguagem, mas transformou-a em instrumento de denúncia política e social.
A obra de Andy Warhol expunha uma visão irônica da cultura de massa. No Brasil, seu espírito foi subvertido, pois, nosso pop usou da mesma linguagem, mas transformou-a em instrumento de denúncia política e social.
A OP-ART
A Op-Arte é um movimento
artístico que combina figuras geométricas, sobretudo em preto e branco,
causando a noção de movimento na tela. Quando o observador da tela muda de
ponto de observação, há a impressão
que o traço da obra sofre transformações.
Esta arte amadureceu durante profundas
pesquisas relacionadas a sensações ópticas na década de 60. A primeira
exposição de telas pertencentes a este movimento ocorreu em 1965, a The
Responsive Eye.
A expressão Op-Art é um termo inglês e significa em português Arte Óptica.
A expressão Op-Art é um termo inglês e significa em português Arte Óptica.
Criador da plástica cinética Victor Vassarely realizou telas compostas por diferentes figuras geométricas, em diversas cores,
que provocam sensações de velocidade e dinamismo.
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